Grupo IMAM

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Como nasceu a marca IMAM?

Em uma simples resposta: por um criador, neste caso eu. E por quê?

Nada acontece ao acaso. Para sustentar-me nos anos de 1.970 na faculdade de engenharia tive que trabalhar, mas como, se era durante o dia?
Então comecei como monitor, instrutor do SENAI, professor de colégio estadual (contratado a título precário), tudo intercalado com a grade de aulas da FEI que era bastante flexível na época. Isto levou-me a ser mais criativo do que meus colegas.

 Quando surgiu a obrigatoriedade das médias e grandes empresas ter um engenheiro de segurança do trabalho, em 1.975 eu fiz a 1ª turma, e já trabalhando na Lorenzetti escolhi como TCC (na época trabalho de formatura) o assunto Movimentação e Armazenagem de Materiais – cuja sigla é MAM.

Como meu trabalho foi um dos escolhidos a tornar-se livro (precisávamos de literatura técnica sobre o assunto) eu continuei escrevendo apostilas sobre MAM para curso de ­Produtos, Processo e Instalações Industriais, que ministrava como titular na FEI, e mais tarde uma dissertação de mestrado, na POLI com o título de Flexibilidade Homem vs. Máquina. Em 1.978 levei as apostilas para o IDORT e para a Gráfica da FEI para avaliar a publicação em livro, cujo título é Sistemas e Técnicas de Movimentação e Armazenagem.

IMG 1579 IMG 1578 Primeiros livros sobre Movimentação e Armazenagem de Materiais, de Reinaldo A. Moura
Existiam na época duas associações:
ABAM – Associação Brasileira de Administração de Materiais.
ABMM – Associação Brasileira de Movimentação de Materiais.
 
Mas o termo associação já era criticado naquela época. Só funcionava a de Instinto de Engenharia devido aos engenheiros civis, que eram e são muito coesos.
 
Voltei à palavra MAM e comecei adicionar/letras e simular com:
A- AMAM – Academia de Movimentação e Armazenagem de Materiais
B- BMAM – Brasil
C- CMAM – Colégio, congregação.
D- DMAM – não dava som
E- EMAM – Escola
 
E daí até
I- IMAM – Instituto de Movimentação e Armazenagem de Materiais, algo que poderia representar tudo: editora, livro (como o STMAM), revista,  tal qual a i­ntraLOGÍSTICA, cursos de curta duração, consultoria, e um ano após MOVIMAT,  a 1ª feira do setor na América do Sul.
 
Mas até dezembro de 1.979, tudo era virtual – Caixa Postal 388, CEP: 09000, Santo André.
Ministrei dois cursos STMAM – um em Caxias do Sul e outro no Rio de Janeiro. 
Com os recursos publiquei o livro e com a venda deste aluguei um conjunto na Rua da Consolação (Jardins) e com nome e endereço fundamos o IMAM com CNPJ (pessoa jurídica legalizada) e tudo.
Incrível, mas na época quando formei um cadastro e enviava para as empresas, elas preenchiam e anexavam um cheque e enviavam pelos Correios, e eu fazia os pacotes e despachava sem SEDEX, que nem existia. Tudo era confiável.
 
Bem, daí para frente foi juntar-me com o Banzato e a história do IMAM esta aí.
No nosso próprio site tem uma página que conta a história pós anos 1.980, até um dia repensarmos que nem tudo que fazíamos era movimentação e armazenagem de materiais.
 
Aí virou:
INOVAÇÃO  E  MELHORAMENTO  NA  ADMINISTRAÇÃO  MODERNA,
 ou simplesmente
logo Imam
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