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Rebocadores para a movimentação em grandes distâncias

Rebocador da Jacto

Rebocadores se mostram importante alternativa para a movimentação de carga em grandes distâncias

 

 

 

Proporcionar produtividade e baixo custo era o objetivo da Viaduto, locadora de veículos industriais, ao assumir a conta de uma grande montadora que precisava otimizar a operação de “milk run” da linha de produção. A solução foi substituir parte das empilhadeiras por rebocadores da marca Toyota. Com isso, a montadora não só agilizou a movimentação, como reduziu os custos com combustível e pneus. Uma eficiência que também fazia parte do plano de modernização do porto do Rio de Janeiro, o Multirio.

 

Preocupada em eliminar os danos que a movimentação de contêineres e carretas geram a outros veículos, a administração do porto resolveu adquirir um rebocador de grande porte, também chamado de trator terminal, da Mafi, uma das primeiras empresas a importar esse tipo de equipamento para o Brasil. Ambas as operações são caracterizadas pela longa distância nas movimentações de materiais. Com os rebocadores, elevaram a qualidade e o nível de serviço. Já a Scania Latin America reduziu também os custos com manutenção de empilhadeiras, tirando-as da operação com esse perfil e adotando os rebocadores.

 

Segundo Dennis Misrahi, gerente comercial da Rucker, empresa que forneceu o equipamento à montadora, cada modelo foi projetado e lastreado especificamente para tracionar cargas.

 

Operações específicas

 

De acordo com fabricantes e fornecedores, os rebocadores são robustos, possuem alto poder de tração, ênfase em ergonomia e facilidade para operações em corredores estreitos. “Além disso, o rebocador é o mais recomendado para a movimentação de itens variados em grandes volumes e lotes”, explica Roberto Ueda, gerente de vendas da Toyota. Por isso, o veículo é ideal para operações intralogísticas em aeroportos, indústrias automobilísticas, autopeças, materiais de construção, entre outros segmentos.

 

“Temos vários casos de clientes, principalmente de indústrias de móveis e tecidos, que conseguiram excelentes resultados com esse tipo de veiculo, inclusive o remanejamento de mão de obra”, acrescenta Bento Gonçalves Neto, gerente comercial da Retec.

 

Para Márcio Stefanuto, gerente da área de veículos elétricos da fabricante Jacto, os rebocadores são utilizados normalmente para o abastecimento de linha de produção, puxando carretas “dolly”, que são capazes de movimentar um número elevado de peças e componentes. Uma solução para empresas com sistema produtivo flexível, grande quantidade de SKUs ou fracionamento em pequenos lotes. Para a Byg, fornecedora de rebocadores, isso significa operações com tonéis, bobinas em geral (papel, aço, etc.), que requerem um equipamento específico e que garanta segurança.

 

 

 

Rebocadores da Linde e da Schioppa

 

 

Modelos para terminais


Para os rebocadores de grande porte, os tratores terminais, a novidade fica por conta da Mafi. Tradicional fabricante alemã de equipamentos de movimentação, a Mafi instalou sua operação no Brasil em 2009, com um portfólio formado por três modelos: o MT 25/30, com capacidade de tração de 100 t; o MT 32 (tração: 140 t); e o MT 36 (tração 160 t).

 

“A versão MT 25/30, que também possui capacidade de elevação na quinta roda de 25 a 30 t, é indicada para operações portuárias e em centros de distribuição (CD)”, explica Cláudio Camargo Penteado, gerente comercial da Mafi Brasil.

 

A Rucker também traz novidades. A empresa está lançando o modelo TH-2400, com capacidade de reboque para até 40 t no plano. “Além desse modelo, lançamos o TT-40, trator terminal para manobrar contêineres em portos, bem como grandes carretas nos CDs, siderúrgicas e outros segmentos. “Esse equipamento substitui cavalos mecânicos convencionais e apresenta um grande diferencial no mercado nacional que é a quinta roda elevada hidraulicamente”, lembra Dennis.

 

Lançamentos

 

Este ano, a Jacto lançou o RB60, um rebocador elétrico com capacidade de 6 t, com “powertrain” e tecnologia AC, que reduz drasticamente o custo operacional. Além de design harmonioso e ergonômico, com banco de suspensão, cinto de segurança retrátil, apoio de braço, coluna de direção telescópica e escamoteável, o modelo possui carenagem de plástico rotomoldado, que permite a reciclagem do componente e reduz a corrente de fuga da bateria, aumentando o rendimento e a autonomia.

 

Também possui o dispositivo “push-pull”, que isenta o operador de embarcar no equipamento para reposicionar o rebocador, antes feito de forma manual. O equipamento também possui lâmpadas de led, que reduzem em 85% o consumo da bateria.

 

Representante da marca Linde, a Retec lembra que a fabricante passou a produzir no Brasil o rebocador P60, com capacidade para 6 t. O modelo pode ser equipado com cabine fechada, uma exigência comum para operação em áreas externas. “Por ter sido nacionalizado, o P60 permite financiamento por meio de linhas de crédito do governo, como o BNDES”, esclarece Bento.

 

Já a Toyota, que possui rebocadores elétricos e a combustão, garante mais novidades para este ano. Entre elas, o lançamento do rebocador elétrico 7CBT, projetado para atender a necessidade dos mais variados segmentos. Além de facilitar a utilização e a manobrabilidade, o novo veículo é compacto e apresenta alta performance, com o intuito de aplicar melhorias na movimentação horizontal de materiais.

 

Diferentemente dos outros modelos elétricos, o 7CBT tem capacidade para mover até 600 quilos, enquanto os modelos mais robustos variam a capacidade entre 4 t e 6 t. Os rebocadores da Toyota também possuem ampla abertura lateral para facilitar a entrada e a saída do operador, ajuste do banco e design focado em conforto. A linha é composta por dois modelos, operador sentado e operador em pé. “O rebocador com operador em pé é mais usado para abastecimentos de linha de produção, em que o colaborador precisa entrar e sair do equipamento constantemente”, aponta Roberto. Para a segurança do operador, os rebocadores são equipados com interruptor de assento, que detecta a presença do operador, ajuste de volante e alavanca de engate.

 

A Schioppa apostou no Towi, rebocador retrátil de pequeno porte para aumentar a ergonomia e segurança na movimentação de cargas. O equipamento, simples de usar e de fácil manutenção, tem o objetivo de proporcionar esforço zero ao operador, tornando seu trabalho mais fácil e rápido. A empresa comercializa três modelos do rebocador, com força de tração variando entre 1.000 e 3.500 kg.

 

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A Fornecedora Industrial disponibiliza 20 modelos de rebocadores compactos e fáceis de usar da marca MasterMover, para diferentes aplicações. Os equipamentos proporcionam uma grande redução no manuseamento das cargas, possibilitam a movimentação de vários contentores e estão em conformidade com as normas de saúde e segurança.


Com capacidade para até 3 t, o rebocador da marca Byg possui ângulo de 180º, 55 kg e rodas direcionais e estruturais de nylon. Toda a estrutura é feita de aço, para ampliar a durabilidade do equipamento. A unidade hidráulica tem tecnologia de bombeamento até o ângulo mais conveniente ao operador, proporcionando total liberdade à haste de comando, mesmo com a carga em movimento. Mais uma solução para empresas interessadas em otimizar a operação e evitar riscos de acidentes.

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Como combater os desperdícios na armazenagem

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Identifique e corrija perdas que podem comprometer as atividades de seu centro de distribuição

 

Umdos desafios de qualquer gerente de logística é atingir os menores custos possíveis de operação. Na tentativa de alcançar esse objetivo, muitos têm recorrido aos princípios da armazenagem enxuta.

Os benefícios da armazenagem enxuta incluem menores custos de distribuição, diminuição nos custos de mão de obra e melhor uso do espaço. Mas como você sabe quais áreas de sua operação atingir?

De acordo com os especialistas da IMAM Consultoria, muitos armazéns sofrem dos mesmos sete “desperdícios” mortais. Identificando e eliminando esses desperdícios, você pode enxugar significativamente sua operação.

Desperdício 1: superprodução

 

O que é: Para um centro de distribuição, superprodução significa ter um estoque entregue ao CD antes de ser necessário. Por exemplo, você pode ter uma oportunidade para pedir e receber estoque extra simplesmente porque conseguiu desconto pelo volume.

Por que é mortal: Pedir a mais significa que você tem produtos à mão dos quais na verdade não precisa. Você tem que encontrar um local para estocar isso, tem custos de posse de estoque, está pagando maiores taxas de administração e, eventualmente, terá que construir um armazém maior. Torna-se um problema crônico.

O conserto: Tente não receber nenhum estoque de que você não precisa para um motivo específico. Trabalhe com o seu departamento de suprimentos para garantir que não aconteça a compra de itens simplesmente porque há um desconto ou um incentivo.

Desperdício 2: atraso

 

O que é: É qualquer espaço entre o final de uma atividade e o começo da próxima. Por exemplo, você programa com um caminhoneiro para estar em suas instalações às 10 h. O caminhoneiro chega na hora, mas o estoque não está esperando por ele. O caminhoneiro então deve sentar e esperar os itens ser separados e trazidos para a expedição. Outro exemplo é separar o estoque e levar para a doca muito antes da chegada do caminhão. O estoque “senta e espera” na doca, desperdiçando espaço.

Por que é mortal: Tanto no caso do caminhoneiro esperando pelo carregamento quanto do estoque esperando na doca, você está perdendo tempo, espaço e dinheiro. Além disso, se o estoque está ocupando o espaço da doca, você não pode usar aquele espaço para outros carregamentos.

O conserto: Tente se prender a uma programação. Coordene cada etapa do processo para sincronizá-lo e tenha a certeza de que não há excesso esperando. Um bom WMS (“warehouse management system”, sistema de gerenciamento de armazém) pode ajudá-lo a rastrear o processo e eliminar esse desperdício em particular.

 

Desperdício 3: movimentação

 

O que é: Esse desperdício consiste de dois diferentes elementos. O desperdício de movimentação ocorre quando o estoque de alto giro não está bem localizado no CD, criando tempo de “viagem” extra para guardar e separar. Já o desperdício de transporte é quando caminhões estão na estrada quase vazios ou viajando quilômetros desnecessariamente.

Por que é mortal: Tempo extra gasto movimentando bens custa mais dinheiro. Pode ser custos maiores de mão de obra para movimentar o estoque no CD, quanto custos maiores de combustível para caminhões fazerem paradas extras. Desperdícios em movimentação ou transporte podem ser caros.

O conserto: Um melhor planejamento de layout no CD e melhor planejamento da distribuição ajudarão a eliminar esse desperdício. Mova itens de alto giro mais perto das docas de carregamento, para reduzir o tempo de movimentação, e refaça a rota dos caminhões para que eles gastem o menor

tempo possível na estrada.

 

Desperdício 4: deslocamento

 

O que é: São quaisquer movimentos desnecessários de pessoas, incluindo pegar, se curvar e excesso de tempo de “viagem”, assim como questões ergométricas. Isso é causado por má disposição das áreas de embalagem ou de estocagem, tipo errado de transportador contínuo ou linhas de separação, ou estocagem de itens de alto giro em posições muito altas ou muito baixas. 

Por que é mortal: Toda vez que um trabalhador tem que mudar sua posição, isso leva tempo – tempo que poderia ser mais bem gasto separando e embalando itens. Também pode aumentar o risco de acidentes se tiver que inclinar-se, pegar, fazer força em excesso.

 

O conserto: Traga o trabalho para as pessoas. Melhor do que ter um colaborador para pegar um item, tente colocar o produto em um carrossel ou em um módulo vertical de elevação.

 

Desperdício 5: estoque

 

O que é: Acontece quando você tem mais estoque posicionado do que você precisa, ou estoque no local errado. Por exemplo, você pode ter estoque em um CD que está muito longe
do cliente, ou muito estoque de “segurança” estocado em seu armazém.

Por que é mortal: Estoque extra devora um espaço precioso no seu CD. Similarmente, se o estoque não está posicionado perto de um cliente que quer a entrega rápida, você pode estar elevando seus custos desnecessariamente.
O conserto: Coloque a quantidade certa de estoque no lugar certo.

 

 

Desperdício 6: espaço

 

O que é: Espaço é desperdiçado quando você estoca produtos inadequadamente no CD, você não preenche completamente a carga do veículo ou não embala os paletes corretamente.
Por que é mortal: Vamos encarar a realidade – o CD tem um espaço finito. Você realmente pode pagar o desperdício disso?
O conserto: Tente maximizar o uso de espaço que você tem disponível. Você está maximizando a ocupação de sua estrutura porta-paletes? Está embalando seus paletes direito? Você está carregando paletes nos caminhões de forma a maximizar o uso do espaço?

 

Desperdício 7: erros


O que é: Qualquer atividade que cause retrabalho, ajustes desnecessários ou retornos. Isso inclui erros de separação, de faturamento, discrepância no estoque, produtos danificados ou defeituosos e entregas etiquetadas de maneira errada.

Por que é mortal: Não só custa dinheiro consertar, mas esses erros também podem causar danos irreparáveis
na satisfação do cliente.
O conserto: Há muitas maneiras de reduzir erros no CD. Tecnologias como separar por luz, por voz, RFID, etc. podem reduzir erros de separação. Um sistema robotizado ou veículos automaticamente guiados podem reduzir erros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Operação enxuta é eficiente e econômica

 

Como ser enxuto

 

Por que ser enxuto? Sendo enxuto, seu centro de distribuição:
• Reduz erros de distribuição;
• Diminui custos operacionais;
• Melhora o uso do espaço.
Portanto, se você quer um CD enxuto, comece com os cinco “por que”. Um exemplo: você está andando pela doca de carregamento um dia e percebe um palete sozinho no chão. Algumas horas depois, no seu caminho de volta, o mesmo palete ainda está lá.
Quer descobrir a razão disso? Comece questionando os cinco “por que”. Fazer perguntas vai ajudá-lo a ter um armazém enxuto. Mas não é suficiente simplesmente perguntar por que o palete ainda está na doca. Você terá que ir mais fundo para descobrir a causa raiz. Você precisa perguntar “por que” no mínimo cinco vezes.
No exemplo acima, seu primeiro “por que” poderia ser, “Por que esse palete ainda está aqui?” A resposta provável: “Porque pediram para nós pegarmos e colocarmos aqui”. Não pare de fazer perguntas. Questione: “Por que pediram para vocês fazerem isso agora?” para chegar até a raiz do problema. Talvez seja um problema no WMS que provocou o pedido muito cedo. Ou talvez alguém passou o horário errado para o caminhoneiro vir pegar o produto. Uma vez que você encontra a fonte do problema, pode então investir tempo para eliminá-lo.

Toyota way
Pode parecer que enxugar é um conceito do século XXI, mas na verdade tem raízes longínquas. Depois da 2ª Guerra Mundial, Taiichi Ohno criou o Sistema Toyota de Produção, que se tornou o sistema mais reconhecido do mundo para produção enxuta.

Mais recentemente, os conceitos foram aplicados em armazenagem e logística, pois ele é muito mais do que um sistema de produção. É um sistema de gerenciamento que pode ser aplicado em absolutamente todas as partes do negócio.

O Sistema Toyota de Produção, agora chamado de “LEAN”, tem cinco princípios importantes:
• Muda: desperdícios, ou qualquer coisa que não adicione valor ao processo;
• Foco no processo: trabalhar através da organização para desenvolver e sustentar processos fortes de negócios;
• Genchi genbutsu: coletar fatos e dados no local exato do trabalho, assim como entender como o trabalho é realmente feito;
• Kaizen: melhorias e aperfeiçoamento contínuo do processo;
• Respeito mútuo: respeito entre direção e funcionários e entre parceiros de negócios.

Corte os excessos
Se você quer um CD enxuto, precisa defender o projeto, ou seja, deve ser o primeiro a cortar.

Siga os conselhos:
• Comece com recebimento e expedição. Quais etapas podem reduzir o tempo envolvido em receber e converter essa carga em itens prontos para expedir? Uma vez que você racionalizou o recebimento, faça o mesmo com expedição.
• Você está usando bem todo o espaço do seu CD? Se não, procure por maneiras de melhor usar o espaço disponível.
• Examine áreas de espera. Olhe para cada local onde produtos são colocados em espera e então pergunte por que você está fazendo daquela maneira.
• Crie um fluxograma para mostrar quantas vezes cada palete é pego e colocado entre recebimento e estocagem ou estocagem e expedição.

 

 

 

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