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Julho 2017 Nº321

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Tratos e contratos na terceirização das atividades logísticas

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                                                                                Quais cuidados tomar para minimizar os riscos?

Com o crescente aumento da competitividade e a pressão sobre os custos, a terceirização das atividades logísticas está em pauta, porém, é um assunto que deve ser muito bem analisado para evitar atitudes precipitadas que levem ao fracasso da relação entre a empresa contratante e o prestador de serviços provocando até a ruptura do contrato.

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O compartilhamento de dados entre parceiros orientados ao sistema de puxar ou modelos da cadeia de abastecimento baseados na resposta rápida podem ser a solução às crescentes demandas do comércio eletrônico. Contudo, fazer tal mudança na cadeia de abastecimento é complexo e muitas empresas desistem.

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Saiba como selecionar os equipamentos adequados

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Os equipamentos de um armazém são aparentemente de fácil escolha, porém devem ser avaliados de forma a garantir um adequado fluxo de materiais.

 

Quando se avalia um armazém, um dos pontos mais visíveis são os equipamentos de movimentação e armazenagem de materiais (MAM). Muitas vezes, o projeto tem início pela seleção precipitada dos equipamentos, procedimento que deve ser evitado.

A rigor, tudo deve ter início pela avaliação da necessidade logística do armazém: do que, como e quanto vai estocar e com que freqüência e fracionamento será o processo de recebimento e expedição.

A partir dos pressupostos acima deve ser avaliada a infraestrutura necessária para o armazém: acessos, pátios externos, piso de alta resistência, telefonia, TI, sistema de combate a incêndio, etc.

Para o desenvolvimento do estudo interno do armazém, com diversas alternativas de layout, será necessária coleta detalhada da informação dos produtos que serão armazenados.

1. Para a avaliação dos aspectos físicos dos produtos a armazenar são necessárias as seguintes informações:

- Quantidade a armazenar: quantificar os produtos que serão armazenados, sua embalagem, unitização, dimensões, pesos, resistência ao empilhamento, etc;
- Densidade: quantificar os produtos idênticos (SKUs) e com a mesma data de validade que podem ficar estocados juntos;
- Acessibilidade: identificar e quantificar os produtos que devem ter acesso direto, principalmente no momento da separação (picking);
- Frequência (popularidade): identificar e quantificar quantas vezes cada um dos produtos é acessado para separação.

2. Obtidas as informações sobre os produtos que serão estocados será possível dar início ao dimensionamento e a pré-seleção dos equipamentos de MAM para cada uma das operações do armazém:
- Recebimento e expedição: áreas sem docas, ou com docas (em desnível) e niveladores serão necessários em função da frequência, dos tipos de caminhão (baú x sider) e se é carga estivada (fracionada) ou unitizada; empilhadeiras a contrapeso, a combustão ou elétricas em função das condições operacionais;
- Estoque de fundo: em função da quantidade, forma, unitização, resistência ao empilhamento, densidade, acessibilidade e freqüência, podem ser utilizados desde blocagem sobre o piso, racks empilháveis, estruturas porta-paletes convencionais, estruturas de trânsito interno (drive-in), estruturas dinâmicas, transelevadores, etc; empilhadeiras a contrapeso; combustão ou elétricas, mastro retrátil, trilateral, etc. em função das condições operacionais, largura do corredor, altura de empilhamento, questões ambientais, entre outras.
- Área de separação (picking): em função da quantidade, acessibilidade e frequência (popularidade) podem ser utilizados, desde os mesmos equipamentos usados para estocagem, dispositivos específicos para picking,  com e sem automação, até sistemas automatizados.

3. A partir do dimensionamento e da pré-seleção deve-se elaborar alternativas de layout do armazém, considerando as áreas de recebimento e expedição, estruturas de estocagem (com sua altura) e a largura dos corredores em função dos equipamentos de movimentação (transpaletes, rebocadores, empilhadeiras, etc), e os equipamentos de picking;
- Deverão ser identificados ou determinados os custos de equipamentos e construção para cada uma das alternativas.

4. A partir da elaboração, deve-se preparar a avaliação das alternativas, considerando:
- Características operacionais / produtividade, suas qualidades em atender aos objetivos para os quais foi projetado e armazém;
- As áreas de recebimento e expedição, estruturas de estocagem (com sua altura) e a largura dos corredores em função dos equipamentos de movimentação (transpaletes, rebocadores, empilhadeiras, etc), e os equipamentos de picking;
- Elaborar quadro comparativo considerando investimentos, custos operacionais, produtividade, etc.
- Revisar e reavaliar as alternativas até a aprovação de uma solução definitiva.

5. A seleção final dos equipamentos:
- Elaborar lista com especificação e quantidades dos equipamentos;
- Elaborar especificação técnica que permita uma compra correta dos equipamentos (considere a manutenção);
- Relacionar os fornecedores viáveis e realizar visitas técnicas, se necessário;
- Acompanhar o recebimento e testes operacionais.

Conclusão

 

Conforme pode ser visto, a especificação e seleção de equipamentos de MAM não deve ser precipitada e sim seguir os passos indicados de forma a garantir a eficiência do armazém.


Critérios para seleção de equipamentos

 

Aspectos físicos:
Quantidade (forma) a estocar;
Densidade (de produtos idênticos);
Acessibilidade (aos produtos);  

Frequência (de acesso aos produtos, popularidade).

 

Custos: Equipamentos (armazenagem e movimentação);
Construção e terreno.

Seleção: Cenário que otimize os aspectos físicos e custos.

 

 

(*) Antonio Carlos da Silva Rezende            

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