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Estanterias leves dão flexibilidade ao armazém

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Estanterias leves se adaptam a qualquer espaço,
permitindo a máxima organização e do estoque em geral

 

Não é só de grandes produtos e paletes que são feitos os armazéns. Peças pequenas, de baixa ou alta movimentação e documentos também precisam ser estocados de maneira correta e eficiente. O tempo que se perde buscando uma peça com baixa rotatividade localizada no alto de uma estrutura portapaletes pode ser mais bem aproveitado se essa peça estiver em uma estrutura de estocagem menor e adequada.

 

Além disso, alguns armazéns não contam com pé-direito alto, tornando inviável, em alguns casos, o uso de grandes estruturas. Também há locais onde o uso de empilhadeiras e transpaletes não é possível. Nesses casos, as estanterias leves se tornam a melhor opção a ser considerada.

Seu uso é comum principalmente em almoxarifados, já que sua capacidade de estocagem é menor, chegando, no máximo, a 500 kg/m². Normalmente as estanterias são menores, pois os produtos são estocados manualmente com a ajuda apenas de escadas, se necessário. Não é preciso utilizar equipamentos como empilhadeiras e transpaletes.

 

“Como a carga é colocada diretamente na estante, os corredores são extremamente mais estreitos do que o exigido nas estruturas porta-paletes, aumentando a densidade de armazenagem”, conta Tadeu Coelho, gerente comercial da Brauna. Quando o pé-direito de uma instalação é muito alto, as estanterias são feitas em diversos níveis, com mezaninos e acesso por uma escada. Dessa maneira é possível otimizar seu uso, aumentando a área de estocagem.

 

Estantes com escada de acesso

As estantes são feitas de aço e montadas através de encaixe. Essa última característica permite que sejam muito mais flexíveis a mudanças de posição e configuração, adequando-se às mais diversas instalações.

 

“A fabricação e montagem em várias larguras permitem que se adaptem a inúmeros layouts de ambientes”, explica Luís Cláudio Alfieri, gerente de vendas da Metalúrgica Central.

 

Outra vantagem é a possibilidade de customização. Elas podem ter as prateleiras inclinadas, garantindo maior visibilidade na hora de retirar um item, ou conter caixas plásticas dos mais variados tamanhos. O engenheiro da Altamira, Eduardo Maiorano, explica que também podem ser colocados acessórios na estrutura. “Podem ser adicionadas aos módulos peças como divisores, gavetas, retentores e fechamentos”,completa.

 

Para Eduardo Estrefezza, diretor comercial da Agra, as estatanterias também se adaptam perfeitamente em câmaras frias. Confeccionadas com chapas de maior espessura, com pintura eletrostática a pó ou galvanizada a fogo, conseguem suportar as baixas temperaturas desses ambientes. A Versus também dispõe de uma linha especial para frigorificados, com acabamento anticorrosivo, prateleiras reforçadas e acessórios específicos para esse tipo de armazenagem.

 

O mercado de estanterias está aquecido, impulsionado pela alta do setor econômico, gerando a abertura de empresas e lojas de diversos setores, o que demanda a estocagem de produtos em menor quantidade. Devido a esse cenário, a Nunes Figueiredo, por exemplo, prevê aumento de 15% na comercialização de estanterias em 2011. Já a SSI Schaefer aposta na melhoria dos produtos para garantir crescimento. “Atualizamos periodicamente nossos produtos em função de normativas técnicas, requisição de mercado e modernização do sistema produtivo”, aponta Ary Leme, gerente da empresa.

 

As estanterias leves são montadas através de encaixe, sendo mais flexíveis à mudança de posição e se adequando as mais diversas instalações

 

No intuito de aumentar a qualidade de seus produtos, a Bertolini os fabrica com chapa galvanizada, principalmente no plano, onde são apoiadas as mercadorias, já que é a área mais desgastada pela constante colocação e retirada de cargas. Já a Mecalux lançou uma estante diferente dos padrões comuns, sem conter nenhum encaixe. O equipamento já é feito sob medida e suporta até 600 kg por plano.

 

Estantes com caixas adicionadas

A Imsulpar tem um modelo semelhante, que dispensa o uso de parafusos. A empresa também faz estanterias com configurações para produtos específicos, como, por exemplo, para pneus menores, como de bicicleta. Já a Mogifrigor faz todo o layout da área de estocagem ou do almoxarifado, verificando as melhores posições e modelos para otimizar a operação.

Segurança


Por não ser auxiliado por nenhuma máquina, o colaborador pode sofrer alguma lesão ao estocar itens, por isso é importante a preocupação com a ergonomia na hora de dispor as estantes.

 

O gerente operacional da Isma, Flavio Piccinin, alerta: “Em hipótese alguma as prateleiras devem ser utilizadas como escada, pois podem causar o desmoronamento da estanteria e lesões ao operário”.

 

Outro aspecto que deve ser respeitado é o limite de carga. Fernando Montenegro, diretor comercial da Metalshop, explica que as estanterias devem ser utilizadas apenas para objetos de pouco peso. Para médios e grandes volumes, deve-se considerar a utilização de porta-paletes. O endereçamento também é um aspecto que precisa de cuidados maiores quando se fala em estanterias.

 

De acordo com Flavio, é preciso ter atenção com o modo como os itens armazenados são identificados para que não haja perda de endereçamento. Na hora de escolher a estrutura de estocagem, considerar as estanterias pode trazer imensos benefícios, como ganhos no armazenamento, melhor adequação ao espaço disponível, custo zero com equipamentos de movimentação e pouco trabalho dos operadores, que terão fácil acesso aos itens.

Volvo Parts foca sustentabilidade em seu centro de distribuição

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Quando estava apurando a reportagem sobre gestão sustentável de armazém, conversei com o Paulo Turci, gerente de operações da Volvo Parts, empresa do grupo Volvo que faz a estocagem e a distribuição de peças dos veículos de grande porte.

 

Dessa conversa nem tudo coube na revista (uma pena), mas aqui está o blog, sem limite de espaço, para ajudar na missão de deixá-los bem informados.

Então, confiram o que Paulo e sua equipe estão implementando nos armazéns da Volvo Parts e inspirem-se.

Metas

“Temos determinações da matriz Volvo vinculadas ao meio ambiente e à segurança do trabalho que nos incentivam a reduzir os impactos nocivos do centro de distribuição. Daqui três anos, por exemplo, teremos reduzido 10% do consumo de energia elétrica.”

Zero emissões

“Nosso mais ambicioso objetivo é zerar as emissões de CO2 dos CDs, o que ainda não acontece pela falta de tecnologia para substituir a potência das empilhadeiras a combustão, ainda necessárias em razão do peso das peças que movimentamos. Mas estamos em busca de novas soluções.”

Logística reversa

“Adotamos embalagens de madeira certificada (caixas e paletes) para acondicionar nossas peças. Com isso, implementamos um sistema de logística reversa, que direciona a embalagem vazia para a nossa operação novamente. Resultado: deixamos de desmatar 280 árvores com novas caixas”.

No lixo certo

“Para conscientizar a equipe do armazém da Volvo Parts, a empresa responsável pela coleta seletiva só retira o material dos cestos que estiverem corretamente separados. Por exemplo, se um plástico for encontrado no cesto de vidros, todo o lixo ficará nas lixeiras até que a separação seja feita corretamente”.

 

     

*Mauricio Miranda

 

Tratos e contratos na terceirização das atividades logísticas

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