RETORNO SOBRE INVESTIMENTOS EM TREINAMENTOS

“Assegurar o retorno do investimento em treinamento e desenvolvimento profissional é mais relevante que o valor a ser investido”

 

TREINAR OU NÃO TREINAR?

Eis a questão para muitas empresas que buscam evoluir continuamente em seus negócios.

Vale a reflexão...

Case Real: Uma grande empresa brasileira contratou um grande programa de treinamento para cerca de 6.000 profissionais e destacou, por meio do diretor responsável pela aprovação do programa, o seguinte: “Banzato, você sabe que eu não acredito neste tipo de investimento, né?”.

Ora, você vai se perguntar: se o responsável pela aprovação do programa não acredita em treinamento, por que motivo então aprovou tal investimento?

Certamente, um dos principais motivos foi o RETORNO ou a expectativa dele.

 

RETORNO SOBRE TREINAMENTO (RST)

O retorno sobre os investimentos realizados em treinamento (RST), assim como qualquer outra análise de retorno sobre os investimentos (ROI – Return On Investment) é diretamente proporcional aos resultados alcançados.

As experiências e paradigmas que os profissionais constroem, ao longo da vida, são determinantes neste tipo de avaliação. Por exemplo, quais devem ter sido as experiências vividas por um diretor que não acredita muito nos investimentos em treinamento?

Quais motivos justificaram então este grande programa de treinamento?

O mapa estratégico abaixo reflete uma síntese de indicadores (KPI’s) que podem ter influenciado tal decisão.

 

indicadores

Fonte: Curso – Indicadores de Desempenho – IMAM

 

MAPA ESTRATÉGICO (“KPI’s Training”)

A construção do mapa estratégico com a definição dos principais KPI’s (“Key Performance Indicators” ou Indicadores Chaves de Performance), a serem avaliados ANTES e APÓS cada treinamento, é um dos principais pilares do RST (Retorno sobre Treinamentos).

Todo acionista/investidor espera retorno sobre seus investimentos e estabelecer indicadores claros antes de começar qualquer programa de treinamento é fundamental.

Exemplo

Curso de Administração do Tempo: quais são os indicadores de um Mapa Estratégico que se espera melhorar a partir de um treinamento sobre Administração do Tempo, a ser aplicado para uma equipe de atendimento ao cliente? Parece fácil estabelecer tais indicadores, mas a realidade não é tão simples assim. Alguns dirão que se espera um aumento no número de contatos e atendimentos/homem/hora, outros destacarão que é mais importante a qualidade do atendimento do que a produtividade temporal, já outros, preferirão focar no aumento da consciência da equipe de atendimento e dirão que o resultado é intangível. Mas e aí? Quem está certo? Ninguém? Todos?

O fato real é que, se você pretende medir, gerenciar e continuar investindo em treinamento, com segurança, invista no estabelecimento de um Mapa Estratégico antes. Ainda, apenas 15% das empresas que contratam programas de treinamento com a IMAM, investem neste Pilar (Mapa Estratégico).

 

MAPEAMENTO DE COMPETÊNCIAS

Cada profissional possui um perfil que define sua competência a partir da combinação de:

- Conhecimentos;

- Habilidades e

- Atitudes.

Um adequado mapeamento destas competências é mais um dos pilares de sustentação do RST (Retorno sobre Treinamentos) pois a proposta, aqui, é aplicar o treinamento correto para os profissionais corretos.

 

“GAP ANALYSIS”

O processo de mapear as competências a fim de estabelecer a situação atual de cada profissional e/ou cargo (“AS IS”) não é suficiente para estabelecermos um plano de desenvolvimento profissional. Um terceiro e importante pilar do RST (Retorno Sobre Treinamentos) é o processo de comparar a situação atual (“AS IS”) com a situação ou meta futura desejada (“TO BE”). A este pilar damos o nome de “GAP ANALYSIS”.

O estabelecimento da situação e/ou meta futura, assim como a definição de KPI’s não é tarefa tão simples.

A maior complexidade é associar as prioridades do negócio que focam o retorno no curto, médio e longo prazo, com o plano de desenvolvimento profissional. E quais são as prioridades do negócio?

 

 

PRIORIDADES DO NEGÓCIO

O processo de definição de prioridades do negócio para efeito de estabelecer um Plano de Desenvolvimento Profissional deve ser, ao mesmo tempo, simples e objetivo.

Simples, pois o processo, dependendo da análise, pode demandar muito tempo, desnecessariamente e objetivo, pois deve estabelecer prioridades claras.

A IMAM, tem utilizado, nos últimos 15 anos, uma metodologia baseada no processo de Análise Sistêmica (proposto por Elyahu Goldratt) e consegue, por meio de ágeis reuniões em grupo e entrevistas individuais, identificar as principais prioridades do negócio.

Denominamos este processo de “Métodos Ágeis” que veremos mais adiante e que também contribui para o RST – Retorno Sobre Treinamentos.

 

MATRIZ DE DESENVOLVIMENTO

É o pilar que apoia o processo de estruturação do plano de desenvolvimento profissional.

É a partir do estabelecimento desta Matriz que a fase de Mapeamento está concluída e o processo avançará para o Planejamento e Programação, Execução e Controle dos Resultados dos Treinamentos.

O método para se chegar aos principais temas se dá a partir de necessidades e variáveis distintas identificadas ao longo do processo de mapeamento e, em seguida, é feito o encaminhamento dos temas, com ênfase no RST – Retorno Sobre os Treinamentos.

Isto significa que os temas principais do Plano de Desenvolvimento estarão diretamente ligados aos Retornos estabelecidos no Mapa Estratégico.

 

matriz

 

TEMAS E PROGRAMAS

Com o apoio da equipe de especialistas, os temas sugeridos se desdobram em programas específicos, didáticas e cargas horárias específicas para cada perfil de cargo analisado na Matriz de Competências.

As metodologias e didáticas para treinamento são inúmeras, incluindo exemplos tais como:

Programas ao Ar Livre;

“Gamification” e “Ludificação”;

Metodologias (Gestão da Rotina);

LUT’s – Licões de Um Tema;

Workshops sobre temas específicos;

Treinamentos Cruzados etc.

Vale lembrar que se uma equipe necessita de apenas 4h de treinamento para alcançar um objetivo e aplicamos 8h ou 16h, estamos reduzindo o RST – Retorno Sobre Treinamentos.

 

MÉTODOS ÁGEIS

Atualmente, não existe mais tempo disponível e nem é mais viável a realização de análises profundas que demandam muito tempo (meses).

A “vida útil” dos programas de treinamentos, principalmente os cursos priorizados com ênfase em RST (Retorno Sobre Treinamentos), é diretamente proporcional à dinâmica dos negócios.

Exemplo Prático:

Em Janeiro de 2016, iniciamos um plano de desenvolvimento profissional para uma determinada empresa, com ênfase em excelência operacional, baseando-se na aplicação de estratégias “lean”, onde a redução de perdas no processo produtivo e o aumento do OEE (Rendimento Global dos Equipamentos) eram os 2 principais focos.

O programa foi desenvolvido no final de 2015 e rapidamente foi colocado em prática em Janeiro de 2016, sendo que após 5 meses, embora os resultados já eram visíveis, a prioridade já havia sido alterada. Como todos sabem, a crise econômica impactou muitos negócios e isso demandou uma rápida mudança e redirecionamento de prioridades de treinamento, desta vez para programas com ênfase na reestruturação comercial - “Lean Sales”. E foi essa agilidade que possibilitou a duplicação da exportação, sem deixar que o foco em excelência operacional deixasse de evoluir.

Métodos Ágeis!

Percebe a importância da abordagem?

Para quem acompanha o processo como um todo, é difícil estabelecer o que é treinamento e o que é consultoria.

O fato é que tem funcionado bem!

 

TREINAMENTO OU CONSULTORIA

Investir no apoio de consultorias especializadas para desenvolvimento de programas de treinamento profissional é recomendável.

A IMAM, por exemplo, realiza Mapeamento de Competências (“Gap Analysis”), Desenvolvimento Profissional e Análise de RST, apenas nas áreas de sua competência, onde atua há 40 anos:

- Supply Chain e Logística;

- Gestão, Manufatura e Engenharia;

- Desenvolvimento Organizacional.

Consultorias especializadas, trabalhando juntas, consolidam o desenvolvimento de Universidades Corporativas.

 

 

OS 10 PILARES DO RST

O Grupo IMAM vem aprimorando esta metodologia de 10 pilares que pode ser e/ou já é aplicada por qualquer organização. Embora nossa experiência é mais especializada em Supply Chain e Gestão Organizacional, os 10 pilares podem ser aplicados a qualquer área e/ou negócio.

As experiências mostram que é a integração dos melhores profissionais e especialistas, com as melhores práticas, somadas ao desejo de busca de resultados melhores que impulsionam os programas de sucesso.

Dúvidas e ou compartilhamento de experiências, acesse:

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Sucesso e vamos em frente!

Eduardo Banzato

Diretor do Grupo IMAM, com especialidade em Supply Chain, Intralogística, Manufatura e Gestão Organizacional (Inovação Disruptiva).

30 anos de experiência profissional em mais de 300 projetos.

Formado em Engenharia Industrial e pós-graduado em Administração de Empresas, com especialização em TOC, LEAN, 6SIGMA e Desenvolvimento Organizacional.

Presidente do Instituto IMAM (2009-2012);

Mentor de Academias Corporativas (Supply Chain e Manufatura);

Atua como instrutor e “coach” em programas de desenvolvimento profissional e coordena visitas técnicas internacionais (mais de 15 países).

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