Transformação Digital na Supply Chain

Mitos invadem o universo da Supply Chain 4.0 e assustam muitas empresas e profissionais que se veem em um mundo complexo, caro, duvidoso e entendem que soluções de automação e tecnologia é para o futuro. Enquanto isso, poucas empresas avançam em uma realidade 4.0 que, com todo o respeito, podem ser implementadas até na padaria do seu Manoel e na quitanda da senhora Tanaka.

Neste artigo, compartilhamos com os nossos clientes e leitores de nossos conteúdos uma matéria da Harvard Business Review, dos autores Nathan Furr e Andrew Shipilov (professores do INSEAD), que desenvolveram uma pesquisa com 60 líderes sêniors, participantes dos seus cursos e que reflete a realidade da transformação digital ( https://hbrbr.uol.com.br/a-transformacao-digital-nao-precisa-ser-disruptiva/ ).

Apesar da pesquisa não estar direcionada exclusivamente ao universo da Supply Chain, como nós do IMAM temos desenvolvido projetos que envolvem a transformação digital na cadeia de suprimentos, destacamos aqui alguns tópicos que retratam exatamente a mesma realidade encontrada por nós:

1. O digital não requer uma ruptura radical da proposta de valor (DISRUPÇÃO), mas ferramentas digitais podem melhorar o atendimento das necessidades já conhecidas dos clientes. Passar ou não por uma disrupção vai depender do trabalho que você desenvolve para o seu cliente;

2. A tecnologia digital não está mais no domínio isolado da TI e é atualmente aplicada em todas as partes da cadeia de valor das empresas;

3. O digital, obviamente, não substituirá o físico completamente e a realidade é que ambos devem coexistir;

4. A transformação digital também não requer compras de startups, mas empresas inteligentes têm construído um relacionamento híbrido com as startups, forte o suficiente para aprender e encontrar sinergias, mas fraco para evitar a destruição da cultura de startup;

5. O digital não tem só a ver com tecnologia... o foco principal deve ser no cliente, seja por meio de operações mais eficazes, pela personalização em massa ou ainda em novos produtos e serviços;

6. A transformação digital não requer uma alteração drástica dos sistemas legados, mas atualmente requer a construção de “pontes” (interfaces de middleware) a fim de agilizar o processo e reduzir riscos;

 

Conclusão

Para Nathan Furr e Andrew Shipilov, a chave do sucesso tem sido o foco nas necessidades do cliente, flexibilidade organizacional, respeito à mudança incremental e consciência de que novas habilidades e tecnologias devem ser não apenas adquiridas, mas também protegidas - algo que as melhores empresas tradicionais sempre fizeram bem.

Alguns cases no Brasil que caracterizam a evolução da transformação digital nas cadeias de suprimentos (Supply Chain 4.0) estarão presentes no 15º Seminário LOGISMAT, que acontece entre 15 e 17 de Outubro, em paralelo a FENATRAN e MOVIMAT e mostrarão a transformação digital e os desafios que empresas como Embraer, Natura, Metalsa, Avon, iFood, TruckPad, entre outras que estão investindo no Brasil.

Os participantes do Seminário poderão também visitar empresas referências... Saiba mais: https://www.imam.com.br/Seminarios/sem_logismat.html

Eduardo Banzato

Diretor do Grupo IMAM, com especialidade em Supply Chain, Intralogística, Manufatura e Gestão Organizacional (Inovação Disruptiva).

30 anos de experiência profissional em mais de 300 projetos.

Formado em Engenharia Industrial e pós-graduado em Administração de Empresas, com especialização em TOC, LEAN, 6SIGMA e Desenvolvimento Organizacional.

Presidente do Instituto IMAM (2009-2012);

Mentor de Academias Corporativas (Supply Chain e Manufatura);

Atua como instrutor e “coach” em programas de desenvolvimento profissional e coordena visitas técnicas internacionais (mais de 15 países).

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