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Literaturas técnicas

 

Paletes de açoPaletes de aço
O catálogo da Gênova destaca a linha de paletes de aço da empresa. São diversos tamanhos e variações, como tela na parte de cima. Esse tipo de produto é muito utilizado na movimentação de alimentos e atende as recomendações da Anvisa, além de ser resistente ao fogo e galvanizado. Quando necessário, vem acompanhado de kit antideslizante para empilhadeiras.
www.genovasidepar.com.br | (41) 3348-3000
CaminhõesCaminhões
A Mercedes-Benz divulgou em seu catálogo uma de suas linhas de caminhões, a Atego. O veículo tem três tipos de cabines e quatro opções de entre-eixos, permitindo a escolha do modelo adequado para cada operação. Também vem equipado com computador de bordo com planejamento de manutenção e diagnóstico de falhas.

www.mercedes-benz.com.br | 0800-970-9090
BalançasBalanças
A linha de balanças da Micheletti conta com diversos modelos, como: industriais, digitais, comerciais, e impressoras de etiquetas. Em seu catálogo a empresa destaca a Scritta, impressora térmico que registra as informações do produto, como nome, data de produção e de validade, fornecendo um código numérico e um de barras, além de disponibilizar relatórios sobre as pesagens.
www.balancasmicheletti.com.br | (11) 2272-0408
AssentosAssentos
Na literatura da Astra há toda a linha de assentos comercializados pela empresa – modelos com suspensão hidráulica e pneumática. Entre as aplicações estão as pontes rolantes, cabines de comando, locomotivas e máquinas em geral. As características dos assentos incluem dispositivos de regulagem de altura, inclinação do assento e do encosto, atendendo a norma NR17.
www.astra-abc.com.br | (11) 4996-4108

Integrando demanda com abastecimento

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A combinação do relacionamento com o cliente com o gerenciamento da cadeia de suprimentos é o segredo para o sucesso das empresas

 

 

 

 

Tradicionalmente, o gerenciamento da cadeia de suprimentos é focado nas funções logísticas, enquanto o marketing tem lidado com as funções voltadas ao cliente. As empresas exercem essas duas funções separadamente, mas, fazendo isso, elas perdem algumas oportunidades importantes.

 

Através da integração das atividades das cadeias de suprimentos e gestão da demanda, elas conseguem criar vantagens competitivas e ao mesmo tempo aproveitar ao máximo o potencial de mercado.

 

SCM e Marketing


O gerenciamento da cadeia de suprimentos – SCM (“supply chain management”) – engloba todas as atividades associadas com o fluxo e transformação dos produtos desde o estágio de matérias-primas até o cliente final. A SCM também engloba os fluxos financeiros e de informações.

 

As atividades específicas da cadeia de suprimentos incluem projeto do produto, suprimento, planejamento da produção, movimentação de materiais, processamento dos pedidos, gerenciamento do estoque, transporte, armazenagem e serviços ao cliente. O gerenciamento eficiente da cadeia de abastecimento envolve a coordenação de todas essas atividades entre os vários parceiros dessa cadeia.

 

O gerenciamento da cadeia de suprimentos sempre foi focado em iniciativas como JIT (“just-in-time”), EDI (“electronic data interchange”, intercâmbio eletrônico de dados), ECR (“efficient consumer response”, resposta eficiente ao consumidor), CR (“continuos replenishment”, reabastecimento contínuo). Todavia, com a adoção rápida da internet, as funções voltadas ao cliente estão representando um papels importante no SCM.

 

A convergência das duas atividades é lógica, pois as metas de marketing e do gerenciamento da cadeia de suprimentos estão intimamente relacionadas.

Nesse sentido, muitas empresas estão utilizando o CRM (“customer relationship management”, gerenciamento do relacionamento com o cliente), um processo de negócios que permite às empresas criar, aumentar e gerenciar continuamente o patrimônio do cliente.

 

Muitas empresas trabalharam para melhorar sua cadeia de suprimentos ou seus processos de relacionamento com o cliente; poucas integraram as duas. No futuro, as empresas mais eficientes serão aquelas que alavancarão as capacidades do CRM e da SCM para otimizar toda a cadeia de suprimentos e demanda.

 

Excelência no CRM e na SCM

 

Um estudo feito pela Deloitte Research, com base em entrevistas com mais de 850 fabricantes no mundo, mostra que as empresas que combinam um enfoque no relacionamento com o cliente com a excelência na colaboração da cadeia de suprimentos estão mais bem posicionadas para o sucesso. No entanto, relativamente poucas empresas alcançaram esse nível de competência.

 

Aquelas que integraram com sucesso suas atividades de CRM e de SCM tendem a ter um desempenho melhor do que seus concorrentes. Essas empresas obtêm uma vantagem competitiva por (1) colaborarem interna e externamente com os parceiros da cadeia de suprimentos, (2) avaliarem e excederem suas metas de lealdade com a retenção de clientes.

 

Novas proposições de valor

 

A criação de novas proposições de valor é o segundo enfoque para a integração da demanda com a oferta. Requer a modificação do modelo da cadeia de suprimentos suprimentos e demanda para a criação de um sistema com benefícios mútuos para a empresa e para o cliente. Para isso, as empresas devem reavaliar a localização da cadeia de suprimentos em que elas alocam os produtos e onde atendem a demanda.

 

A ideia de que os fornecedores deveriam trabalhar muito mais próximos aos clientes não é recente. No entanto, as parcerias sólidas ainda não são comuns, em grande parte porque, até recentemente, a integração dos sistemas de informação de duas ou mais empresas era um processo longo, oneroso e tecnicamente complexo. Todavia, a adoção popularizada dos sistemas de planejamento de recursos empresariais ERP (“enterprise resources planning”), com base na web, tornou essa relação mais fácil e barata.

 

Com pequenas modificações na cadeia de suprimentos e demanda, os fornecedores conseguem projetar sistemas mutuamente benéficos para clientes especiais. Para efetuar esse projeto, as empresas devem transferir a demanda do mercado para o fornecedor.

 

Uma cadeia de demanda de um varejista, por exemplo, consiste em um planejamento de variedade (decidir o que vender), gerenciamento do estoque (decidir a quantidade de ofertas necessárias) e suprimentos (decidir os outros detalhes da compra real). Essa cadeia de demanda se junta à cadeia de suprimentos para formar a cadeia de suprimentos e demanda.

 

Quanto mais o fornecedor retroceder o ponto de atendimento na cadeia de suprimentos, mais etapas existirão para serem completadas – e fica mais difícil atender os pedidos prontamente. A vantagem para o fornecedor depende, por um lado, das reduções de custos que ele conseguir com a redução do estoque, comparadas, por outro lado, com a possível redução das vendas a partir dos prazos de entrega maiores e dos custos maiores totais para os clientes.

 

O ponto de oferta da demanda é onde o fornecedor atende a demanda na cadeia de demanda do cliente. Retroceder esse ponto na cadeia de demanda beneficia em grande parte o cliente e exige mais trabalho do fornecedor. Existem quatro pontos de oferta principais, mostrados a seguir:

 

1. Oferta de compra - No relacionamento a distância, entre comprador e vendedor, o ponto é o departamento de compras que aceita uma “oferta de compra” escolhendo o fornecedor e decidindo quando os produtos são necessários.

 

2. Oferta de gerenciamento - Aqui, o ponto de oferta retrocede ainda mais na cadeia de demanda. Monitorando os níveis de estoque do cliente, um fornecedor pode reduzir o estoque com poucas chances de venda e garantir que o cliente nunca fique sem os produtos de grande movimento.

 

3. Oferta de planejamento - Analisando as categorias de demanda de consumo atendidas pelos produtos do fornecedor, tanto varejista como fornecedor podem evitar a falta de produtos ou promoções. 

 

4. Oferta de cliente final - Se assemelha ao modelo de vendas diretas da Dell para os clientes comerciais. Em vez de atender os pedidos dos atacadistas, a Dell retrocedeu até o consumidor final na cadeia de demanda, atendendo os pedidos de computadores customizados.

 

Integração bem-sucedida

 

Após a decisão do enfoque a ser tomado, uma empresa precisa criar um procedimento para implementação de um IDSCM (“integrated demand and supply chain management”, sistema de gerenciamento integrado da cadeia de suprimentos e demanda). As oito etapas a seguir ajudarão numa implementação bem-sucedida:

 

1. Faça uma auditoria de marketing e da cadeia de suprimentos.
2. Estabeleça a visão e as metas.
3. Faça uma análise das diferenças e identifique-as.
4. Formule uma estratégia de IDSCM.
5. Crie iniciativas de IDSCM e planeje o treinamento.
6. Elabore um programa de implementação.
7. Desenvolva indicadores.
8. Acompanhe os resultados e revise as metas.

 

Futuro incerto

 

O ingrediente-chave para o sucesso é o gerenciamento rápido e acurado dos fluxos de informações em uma ampla gama de atividades. No futuro, a redução dos custos e o aumento das receitas dependerão da capacidade de reação contínua e rápida às necessidades do cliente e do ajuste dos sistemas de suprimentos, produção, estoque, transporte e dos serviços ao cliente de forma adequada. Essa capacidade de integração da demanda com a oferta ajudará as empresas a alcançar maior rentabilidade e maior retorno sobre os ativos a longo prazo.

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Como combater os desperdícios na armazenagem

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Identifique e corrija perdas que podem comprometer as atividades de seu centro de distribuição

 

Umdos desafios de qualquer gerente de logística é atingir os menores custos possíveis de operação. Na tentativa de alcançar esse objetivo, muitos têm recorrido aos princípios da armazenagem enxuta.

Os benefícios da armazenagem enxuta incluem menores custos de distribuição, diminuição nos custos de mão de obra e melhor uso do espaço. Mas como você sabe quais áreas de sua operação atingir?

De acordo com os especialistas da IMAM Consultoria, muitos armazéns sofrem dos mesmos sete “desperdícios” mortais. Identificando e eliminando esses desperdícios, você pode enxugar significativamente sua operação.

Desperdício 1: superprodução

 

O que é: Para um centro de distribuição, superprodução significa ter um estoque entregue ao CD antes de ser necessário. Por exemplo, você pode ter uma oportunidade para pedir e receber estoque extra simplesmente porque conseguiu desconto pelo volume.

Por que é mortal: Pedir a mais significa que você tem produtos à mão dos quais na verdade não precisa. Você tem que encontrar um local para estocar isso, tem custos de posse de estoque, está pagando maiores taxas de administração e, eventualmente, terá que construir um armazém maior. Torna-se um problema crônico.

O conserto: Tente não receber nenhum estoque de que você não precisa para um motivo específico. Trabalhe com o seu departamento de suprimentos para garantir que não aconteça a compra de itens simplesmente porque há um desconto ou um incentivo.

Desperdício 2: atraso

 

O que é: É qualquer espaço entre o final de uma atividade e o começo da próxima. Por exemplo, você programa com um caminhoneiro para estar em suas instalações às 10 h. O caminhoneiro chega na hora, mas o estoque não está esperando por ele. O caminhoneiro então deve sentar e esperar os itens ser separados e trazidos para a expedição. Outro exemplo é separar o estoque e levar para a doca muito antes da chegada do caminhão. O estoque “senta e espera” na doca, desperdiçando espaço.

Por que é mortal: Tanto no caso do caminhoneiro esperando pelo carregamento quanto do estoque esperando na doca, você está perdendo tempo, espaço e dinheiro. Além disso, se o estoque está ocupando o espaço da doca, você não pode usar aquele espaço para outros carregamentos.

O conserto: Tente se prender a uma programação. Coordene cada etapa do processo para sincronizá-lo e tenha a certeza de que não há excesso esperando. Um bom WMS (“warehouse management system”, sistema de gerenciamento de armazém) pode ajudá-lo a rastrear o processo e eliminar esse desperdício em particular.

 

Desperdício 3: movimentação

 

O que é: Esse desperdício consiste de dois diferentes elementos. O desperdício de movimentação ocorre quando o estoque de alto giro não está bem localizado no CD, criando tempo de “viagem” extra para guardar e separar. Já o desperdício de transporte é quando caminhões estão na estrada quase vazios ou viajando quilômetros desnecessariamente.

Por que é mortal: Tempo extra gasto movimentando bens custa mais dinheiro. Pode ser custos maiores de mão de obra para movimentar o estoque no CD, quanto custos maiores de combustível para caminhões fazerem paradas extras. Desperdícios em movimentação ou transporte podem ser caros.

O conserto: Um melhor planejamento de layout no CD e melhor planejamento da distribuição ajudarão a eliminar esse desperdício. Mova itens de alto giro mais perto das docas de carregamento, para reduzir o tempo de movimentação, e refaça a rota dos caminhões para que eles gastem o menor

tempo possível na estrada.

 

Desperdício 4: deslocamento

 

O que é: São quaisquer movimentos desnecessários de pessoas, incluindo pegar, se curvar e excesso de tempo de “viagem”, assim como questões ergométricas. Isso é causado por má disposição das áreas de embalagem ou de estocagem, tipo errado de transportador contínuo ou linhas de separação, ou estocagem de itens de alto giro em posições muito altas ou muito baixas. 

Por que é mortal: Toda vez que um trabalhador tem que mudar sua posição, isso leva tempo – tempo que poderia ser mais bem gasto separando e embalando itens. Também pode aumentar o risco de acidentes se tiver que inclinar-se, pegar, fazer força em excesso.

 

O conserto: Traga o trabalho para as pessoas. Melhor do que ter um colaborador para pegar um item, tente colocar o produto em um carrossel ou em um módulo vertical de elevação.

 

Desperdício 5: estoque

 

O que é: Acontece quando você tem mais estoque posicionado do que você precisa, ou estoque no local errado. Por exemplo, você pode ter estoque em um CD que está muito longe
do cliente, ou muito estoque de “segurança” estocado em seu armazém.

Por que é mortal: Estoque extra devora um espaço precioso no seu CD. Similarmente, se o estoque não está posicionado perto de um cliente que quer a entrega rápida, você pode estar elevando seus custos desnecessariamente.
O conserto: Coloque a quantidade certa de estoque no lugar certo.

 

 

Desperdício 6: espaço

 

O que é: Espaço é desperdiçado quando você estoca produtos inadequadamente no CD, você não preenche completamente a carga do veículo ou não embala os paletes corretamente.
Por que é mortal: Vamos encarar a realidade – o CD tem um espaço finito. Você realmente pode pagar o desperdício disso?
O conserto: Tente maximizar o uso de espaço que você tem disponível. Você está maximizando a ocupação de sua estrutura porta-paletes? Está embalando seus paletes direito? Você está carregando paletes nos caminhões de forma a maximizar o uso do espaço?

 

Desperdício 7: erros


O que é: Qualquer atividade que cause retrabalho, ajustes desnecessários ou retornos. Isso inclui erros de separação, de faturamento, discrepância no estoque, produtos danificados ou defeituosos e entregas etiquetadas de maneira errada.

Por que é mortal: Não só custa dinheiro consertar, mas esses erros também podem causar danos irreparáveis
na satisfação do cliente.
O conserto: Há muitas maneiras de reduzir erros no CD. Tecnologias como separar por luz, por voz, RFID, etc. podem reduzir erros de separação. Um sistema robotizado ou veículos automaticamente guiados podem reduzir erros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Operação enxuta é eficiente e econômica

 

Como ser enxuto

 

Por que ser enxuto? Sendo enxuto, seu centro de distribuição:
• Reduz erros de distribuição;
• Diminui custos operacionais;
• Melhora o uso do espaço.
Portanto, se você quer um CD enxuto, comece com os cinco “por que”. Um exemplo: você está andando pela doca de carregamento um dia e percebe um palete sozinho no chão. Algumas horas depois, no seu caminho de volta, o mesmo palete ainda está lá.
Quer descobrir a razão disso? Comece questionando os cinco “por que”. Fazer perguntas vai ajudá-lo a ter um armazém enxuto. Mas não é suficiente simplesmente perguntar por que o palete ainda está na doca. Você terá que ir mais fundo para descobrir a causa raiz. Você precisa perguntar “por que” no mínimo cinco vezes.
No exemplo acima, seu primeiro “por que” poderia ser, “Por que esse palete ainda está aqui?” A resposta provável: “Porque pediram para nós pegarmos e colocarmos aqui”. Não pare de fazer perguntas. Questione: “Por que pediram para vocês fazerem isso agora?” para chegar até a raiz do problema. Talvez seja um problema no WMS que provocou o pedido muito cedo. Ou talvez alguém passou o horário errado para o caminhoneiro vir pegar o produto. Uma vez que você encontra a fonte do problema, pode então investir tempo para eliminá-lo.

Toyota way
Pode parecer que enxugar é um conceito do século XXI, mas na verdade tem raízes longínquas. Depois da 2ª Guerra Mundial, Taiichi Ohno criou o Sistema Toyota de Produção, que se tornou o sistema mais reconhecido do mundo para produção enxuta.

Mais recentemente, os conceitos foram aplicados em armazenagem e logística, pois ele é muito mais do que um sistema de produção. É um sistema de gerenciamento que pode ser aplicado em absolutamente todas as partes do negócio.

O Sistema Toyota de Produção, agora chamado de “LEAN”, tem cinco princípios importantes:
• Muda: desperdícios, ou qualquer coisa que não adicione valor ao processo;
• Foco no processo: trabalhar através da organização para desenvolver e sustentar processos fortes de negócios;
• Genchi genbutsu: coletar fatos e dados no local exato do trabalho, assim como entender como o trabalho é realmente feito;
• Kaizen: melhorias e aperfeiçoamento contínuo do processo;
• Respeito mútuo: respeito entre direção e funcionários e entre parceiros de negócios.

Corte os excessos
Se você quer um CD enxuto, precisa defender o projeto, ou seja, deve ser o primeiro a cortar.

Siga os conselhos:
• Comece com recebimento e expedição. Quais etapas podem reduzir o tempo envolvido em receber e converter essa carga em itens prontos para expedir? Uma vez que você racionalizou o recebimento, faça o mesmo com expedição.
• Você está usando bem todo o espaço do seu CD? Se não, procure por maneiras de melhor usar o espaço disponível.
• Examine áreas de espera. Olhe para cada local onde produtos são colocados em espera e então pergunte por que você está fazendo daquela maneira.
• Crie um fluxograma para mostrar quantas vezes cada palete é pego e colocado entre recebimento e estocagem ou estocagem e expedição.

 

 

 

Primeiro passo

Mauricio Miranda                                                                                                                                

Primeiro passoQuando caiu sobre minhas mãos a série de logística sustentável me deu um frio na barriga e uma certa insatisfação: o que falar sobre logística sustentável? Não por que faltava assunto, mas porque todo mundo estava falando sobre isso. Cadê a novidade, eu me perguntava. O que vou dizer para os leitores de diferente?

Para nos preparamos, montamos um arquivo relevante sobre o tema. Um empenho que durou todo a ano de 2009 e contou com o apoio da diretoria da revista.

Depois de ler todo o material (recortes de reportagens, artigos e notícias do Brasil e do mundo), estava comprovado: Sócrates mandou bem quando externou o “só sei que nada sei”. Pois quanto mais lia, mais descobria que embora o assunto pareça batido e cansado, ainda há muito para falar, principalmente em logística.

E foi ai que eu me animei mesmo. Pensei, tem muita empresa que ainda acredita que ser sustentável é só reduzir emissão de CO2. E acreditem, não é! Tem a ver com cultura, essência, respeito e missão. Tem a ver com botar a mão na massa, mexer em feridas, destruir e reconstruir. Envolve ousadia para se perguntar coisas do tipo: será que preciso mesmo crescer 50% em dois anos? E o que esse crescimento pode afetar a saúde dos meus funcionários e do meio ambiente.

É justamente isso que abordamos na primeira reportagem da série, sobre a quebra de paradigmas dentro da ainda novata sustentabilidade corporativa e a necessidade de mudar a essência da empresa.

A ideia é que cada edição da série aborde um tema (em breve publicarei os temas por aqui), que será composto por uma reportagem, uma entrevista com especialistas, pequenos insights e dicas e um estudo de caso de uma empresa internacional.

Para a edição de março entrevistamos duas empresas “experts” no tema: Walmart e Natura no Papo Sustentável.

Do Walmart quem nos deu entrevista foi Yuri Feres, gerente de sustentabilidade da rede. Super antenado, Yuri mostrou que o papel do Walmart é mudar o conceito de fazer varejo, tanto é que implementaram o que lá fora estão chamando de “end-to-end” ou no nosso bom português, sustentabilidade de ponta a ponta. Em breve volto aqui para falar mais sobre isso.

Já da Natura, o cabeça da entrevista foi o Marcos Vaz, diretor de sustentabilidade. Ele contou como a empresa leva o significado da marca ao pé da letra desde a sua fundação há cerca de 40 anos. A empresa respira sustentabilidade e é sinônimo de respeito à natureza aqui e no mundo.

Também conseguimos conversar com a UPS que aparece no box Exemplo de fora. Em sua sede nos Estados Unidos, a transportadora de encomendas expressas tem investido pesado no desenvolvimento e na aquisição de veículos menos agressivos ao meio ambiente.

Tudo pode ser conferido na edição de março.

Se você ainda não assina a revista INTRALOGÍSTICA e está interessado em colecionar a série pode clicar aqui e ver como se tornar assinante:

Até o próximo post.

 

Programa sustentável

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Agora é hora de mostrar os temas que serão tratados na nova série da INTRALOGÍSTICA. Programe-se, atualize-se, inove:

 

Março Sua empresa é sustentável?

Abril Gestão sustentável de CD
Maio Construção de CD eficiente
Junho Paletes, uso consciente
Julho Embalagens, respeito ao meio ambiente
Agosto Escolha eficiente de fornecedores                              Setembro Legislação normas e certificações

Outubro Equipe sustentável
Novembro Empresas referência
Dezembro Transporte consciente
Janeiro/2011 Tecnologia a favor da sustentabilidade

Quer colecionar essa série? Ainda não é assinante? Clique aqui

Produto sustentável = logística sustentável

Band-Aid sustentável

 

A entrevista com Yuri Feres, gerente de sustentabilidade do Walmart, foi bem interessante, mas nem tudo coube na revista.

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Veículo elétrico: 0% de IPI

Desenho

                                                                        

Finalmente os veículos elétricos, inclusive os utilizados para transporte de carga, têm tudo para não serem taxados pelo IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) ainda este ano.

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A Revista LOGÍSTICA & SUPPLY CHAIN

A revista LOGÍSTICA & SUPPLY CHAIN destaca-se por sua qualidade editorial e pauta criteriosamente estabelecida com o auxílio de um Conselho Técnico Editorial formado por profissionais experientes e atuantes no mercado de logística, com o objetivo de desenvolver reportagens criativas e atuais para os leitores. A participação constante em eventos nacionais e internacionais garante a antecipação de tendências aos leitores.